segunda-feira, dezembro 21, 2009

Introdução Sobre Inovação / Gestão da Inovação. A perspectiva económica

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Inovar em Educação, Educar para a Inovação

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A Geração 2.0 e os Novos Saberes (2009)

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Algumas apresentações em "PowerPoint" das teorias sociológicas da inovação



Uma apresentação em português:

Uma boa apresentação das teorias sociológicas da inovação (em francês).

Ver aqui:

terça-feira, dezembro 15, 2009

Resultados da avaliação da 1ª Parte

UNIVERSIDADE DO MINHO Ano lectivo 2009/2010 1º semestre

Tecnologia, Ciência e Inovação, 3º ano, Sociologia

PAUTA AVALIAÇÃO CONTÍNUA – I PARTE

docente: Maria Eugénia Rodrigues


No
Nome
Teste

Trabalho

Classificação final

52300
Adriana Marcela Araújo Faria
14,5

16

15

52279
Ana Raquel Castro Ferreira
10,5

15

13

52329
Carina Gonçalves Afonso
10

15

13

51019
Carla Beatriz Vieira de Melo
12,5

15

14

53947
Carla Daniela Mendes Santos
10,5

15

13

53490
Estela Maria Ferreira da Silva
7

16

12

53949
Fávio Ricardo Ferreira Costa
4

14

9

34143
Maria Elisabete Ferreira Cunha
10

15

13

53950
Michael Pereira de Moura
11

16

14

49789
Pedro António Carvalho Mesquita
5

15

10

52311
Rafaela Patrícia Gonçalves Granja
18

16

17

52283
Rui Tiago Rodrigues da Silva
14,5

15

15

52280
Vítor Ramos Costeira
11,5

15

13

E3156
Aneta Wasilewska
14

14

14

E3152
Magdalena Lewkowicz
14

14

14

E3155
Michał Walko
14

15

15

E3157
Monika Zajkowska
14

15

15

E3153
Sylwia Laniewska
14

14

14

E3154
Urszula Siedlecka
14

15

15

UM, 15 de Dezembro de 2009

Maria Eugénia Rodrigues

NOTA: os testes estarão disponíveis para consulta no dia 17 de Dezembro das 15.00 às 16.00.

terça-feira, novembro 24, 2009

Exemplo de trabalho prático do ano passado

http://actor-rede.wikispaces.com/

What is innovation?

Working group answer.


"What is INNOVATION?

In our opinion innovation is a new way of doing something. It is connected also with improving something, with progress in science and everyday human life.

The goal of innovation is a positive change, to make someone or something better.

Innovation concerns on the things which already exist.

Innovation typically involves creativity, but is not identical to it: innovation involves acting on the creative ideas to make some specific and tangible difference in the domain in which the innovation occurs. In many fields, something new must be substantially different to be innovative, not an insignificant change, e.g., in the arts, economics, business and government policy. Innovation is long-term process which is initiated by e.g. narrow circle of scientists, and then extended to ever wider areas of application.

Innovative behavior can be both a criminal action and operation, the result is a generalization of such a new and improved methods of research.

Initially, activities of innovation can meet in a society or social group with contempt or severe criticism, but they often promote and become finally conformism behavior".

Group of TCI:

Monika Zajkowska, Urszula Siedlecka and Michał Walko

terça-feira, novembro 17, 2009

Resposta de um dos grupos à questão: "O que é a inovação?"

Aula nº 1


Resposta de um dos grupos à questão: "O que é a inovação?"

A inovação pode ser definido como algo de novo, produzido pela técnica e sujeito à flexibilidade interpretativa dos actores sociais, o que contraria a corrente determinista.

A mudança social é dificilmente mensurável, ao contrário da inovação que pode ser medida concretamente. Por exemplo é facilmente possível medir o número de carros produzidos entre os anos de 1970 e 1980, no entanto não conseguimos medir objectivamente a mudança que ocorreu relativamente às representações sociais referentes à homossexualidade.

A inovação satisfaz necessidades (como a mobilidade rápida) mas também as cria, ou seja, necessidades artificiais (actualmente a comunicação é pouco viável quando não temos ao nosso dispor meios que frequentemente utilizamos como os telemóveis e internet).

A inovação é também moldada pelos padrões culturais, normas, valores, ética de uma sociedade. Apesar de determinada inovação ser possível isso não significa que deva ser concretizada. Por exemplo, a modificação genética de embriões é tecnologicamente possível mas eticamente conotada como errada.


Rafaela Granja e Pedro Mesquita

Debate na aula nº 1 - O que é a inovação?

O que é a inovação?


Grupo 1

  • Instrumento de progresso
  • Novo e quebra de hábitos – novas soluções
  • Melhora a vida das pessoas

Grupo 2

  • É um processo de evolução da sociedade, que tende a alterar os hábitos das pessoas
  • Alterar hábitos = inovação social
  • Melhorar a vida das pessoas
  • Meios de comunicação social como TV e Internet tendem a difundir-se

Grupo 3

  • Mudança social dificilmente mensurável
  • Inovação = algo novo
  • Inovação sujeita a flexibilidade interpretativa
  • Inovação cria necessidades artificias e satisfaz necessidades
  • Inovação moldada por padrões de ética

Texto de base para a aula de 17 de Novembro de 2009

Texto de base para a aula de 17 de Novembro de 2009

"A Inovação parece uma daquelas palavras mágicas, carentes de definição precisa e que são defendidas por grupos sociais os mais diversos. De forma semelhante a outros conceitos importantes das Ciências Sociais, como globalização e desenvolvimento sustentável, é um termo extremamente polissêmico e consensual (MACIEL, 1997).Nos países avançados, essa problemática adentrou na agenda de diferentes setores como governos, corporações, universidades, centros de pesquisa e movimentos sociais. Desde os anos 80, os países da OCDE vêm alterando o padrão de apoio à indústria, incorporando medidas que integram a política de comércio internacional com a industrial e tecnológica. Ao invés de subvencionarem empresas através de contratos de P&D específicos e pontuais, os governos desses países passaram a criar condições para que a atividade produtiva se organize de forma sistêmica e integrativa (CASSIOLATO & LASTRES, 2000).(...)Ocorre que o tema da inovação tem se mantido estreitamente ligado a preocupações de ordem econômica, como competitividade, pressões da demanda e investimento.Alguns autores têm chamado atenção para o desafio premente de se incluir variáveis socioculturais nas avaliações e estudos sobre a implementação da inovação em contextos locais e nacionais (FLICHY, 1995; MACIEL, 1997).As Ciências Sociais não estão inseridas tão fortemente nessa agenda de pesquisa, em comparação com a Economia e as Ciências Organizacionais. Desde seus fundadores, os cientistas sociais muitas vezes se ocuparam da problemática tecnológica, mas muitas vezes esquivando-se de debater o fenômeno técnico em si mesmo e a questão da inovação (FEENBERG, 1991).Mais recentemente, os teóricos do risco social apontaram a crise das certezas do mundo contemporâneo, em que a contingência e a instabilidade das práticas tecnológicas repercutem diretamente na sociabilidade. O princípio de precaução e a desconfiança no desenvolvimento tecnológico vem adquirindo proeminência no pensamento social contemporâneo (BRUESEKE, 2002).Nesse contexto de preocupações, desenvolveu-se uma ampla desconfiança em relações às promessas da inovação. A área ambiental é exatamente um exemplo de esfera que tem encontrado dificuldades em incorporar essa questão. A dimensão do risco social e a crítica às incertezas da modernidade impedem que a lógica da inovação interfira nos rumos do debate da sustentabilidade, fortemente marcado por uma desconfiança aos avanços tecnológicos.
[...]
O CONCEITO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
É possível apontar duas grandes tendências que se propuseram a compreender a questão da inovação no mundo contemporâneo: as correntes econômicas derivadas do pensamento schumpeteriano, e a sociologia construtivista das técnicas desenvolvida principalmente por Bruno Latour, que criou espaço para a incorporação da temática nas Ciências Sociais.
A disciplina econômica foi a que sem dúvida deu o maior impulso à construção da agenda da inovação. As elaborações de Joseph Schumpeter no início do século XX tiveram um impacto considerável no debate sobre transformações tecnológicas e desenvolvimento econômico. Segundo ele, os investimentos nas novas combinações de produtos e processos produtivos de uma empresa repercutem diretamente em seu desempenho financeiro, de modo que o moderno empresário capitalista deve ocupar ao mesmo tempo um papel de liderança econômica e tecnológica. O comportamento empreendedor, com a introdução e ampliação de inovações tecnológicas e organizacionais nas empresas, constitui um fator essencial para as transformações na esfera econômica e seu desenvolvimento no longo prazo (SCHUMPETER, 1982).
Na esteira das elaborações de Schumpeter, há algumas décadas o termo inovação foi cunhado no âmbito da OCDE com vistas a promover uma interação mais efetiva entre o setor produtivo e as áreas de pesquisa e conhecimento. Isso ocorreu no momento em que a abertura de mercados e o aumento da competitividade internacional incitaram empresas e governos a estabelecerem sinergias envolvendo pesquisa tecnológica e política industrial, para a manutenção das taxas de crescimento econômico.
O economista Christopher Freeman, considerado um autor neo-schumpeteriano, foi o responsável pelo estabelecimento do conceito em sua versão atual. Desde os anos 60, a discussão sobre inovação surge e se desenvolve com um claro perfil econômico e corporativo, sendo vista como condição para que empresas e governos tenham um bom desempenho na economia internacional frente às oscilações de mercado e ameaças da concorrência. (Ver FREEMAN, 1992; 1982).
Essa perspectiva de análise levou à formulação de diversos modelos de inovação e projeções macroeconômicas. O cruzamento de informações sobre patenteamento de produtos e investimentos públicos e privados na área tecnológica permitiu a elaboração de fórmulas para se avaliar os efeitos do mercado sobre as práticas de inovação, a célebre problemática da indução pela demanda.
Segundo Flichy (1995), um sério problema metodológico persegue as teorias econômicas que procuraram estabelecer as relações entre pressão da demanda, oferta tecnológica e inovação. Elas propiciam modelos e fazem cruzar determinadas variáveis, mas não lograram explicar como os processos inovativos aparecem e se desenvolvem. As relações exógenas entre ciência e tecnologia e os modelos mecânicos de interferência da demanda sobre a atividade tecnológica mostraram-se insuficientes para esclarecer porque determinadas inovações tiveram êxito e outras não.
A partir dos anos 80, os economistas passaram a mudar o enfoque de análise. Com a globalização da economia e a flexibilização dos formatos organizacionais envolvendo empresas, agências estatais e centros de pesquisa, a formação e desenvolvimento de redes passa a ser um tema central dos pesquisadores sobre inovação (FREEMAN, 1992).
Nesse contexto, em que a estrutura organizacional assentada nos fluxos de informação passa a ser mais essencial que os próprios produtos desenvolvidos a partir das atividades tecnológicas, estabelece-se um novo conceito, o de sistemas nacionais de inovação. As interações entre os agentes econômicos, as instituições de pesquisa e organismos governamentais estipulam ações recíprocas que geram a capacidade de desenvolvimento de condições de inovação. Políticas locais e setorizadas passam a ser imprescindíveis para a compreensão do potencial inovativo de uma nação e região, independentemente da atividade específica de cada setor e das oscilações da demanda (CASSIOLATO & LASTRES, 2000).
A interação das firmas com e no sistema passa a adquirir significado estratégico. Essas capacidades, que anteriormente eram consideradas como que mais puramente administrativas ou gerenciais, são consideradas no período atual como parâmetros de inovação (LEMOS, 2000; TRIGUEIRO, 2002)."
Thales de Andrade, "Inovação tecnológica e meio ambiente: dando um passo acima", in http://www.anppas.org.br/encontro_anual/encontro2/GT/GT01/thales.pdf[Consultado em 20 de Setembro de 2008]


Ver igualmente texto do docente em:

http://neves.do.sapo.pt/Neves_AISO_Venezuela_Set06.pdf

Aula nº 1 - Conferência de um economista brasileiro, no youtube, sobre o conceito de inovação.

Encontrei uma conferência de um economista brasileiro, no youtube, sobre o conceito de inovação.

"O Prof.Dr. Ary Plonsky fala sobre uma nova divisão social do trabalho de inovação, fruto de uma combinação de vários fatores tais como: * uma nova geografia da inovação - que inclui países específicos com grande capacidade de gerar empresas e relações -, * uma motivação mais abrangente do que o simples retorno financeiro – isso inclui o desenvolvimento de tecnologias em benefício do planeta – * e o aumento do número de atores envolvidos no campo da inovação."


Ver no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=UJ6pFJbCWbY&feature=related

Trabalho Prático da 2ª Parte

Ciência, Tecnologia e Inovação
Trabalho Prático da 2ª Parte
Inscrições
A constituição dos grupos (até 3 elementos) deverá ser antecedida por uma inscrição.
Por favor, enviem essa inscrição até o dia 15 de Dezembro para jpneves2007@gmail.com os vossos nomes e a indicação do livro que escolheram. Aguardem a confirmação pelo professor.

Bibliografia:

O trabalho consiste na criação de um e-portfolio e da sua apresentação na aula no mês de Janeiro de 2009 (20 minutos) sobre um livro (lista a fornecer pelo docente na próxima aula ou via blog). O prazo limite de entrega é o dia do teste da 2ª parte. Para criar o e-portfolio, podem utilizar este site:
http://www.wikispaces.com/
O e-portfolio permite o trabalho cooperativo em torno de um tema ou objectivo tal como acontece na Wikipedia. De certa forma, é uma Wikipedia em miniatura. Vejam este exemplo de e-portfolio de uma turma de estudantes da Austrália:
https://australian-history.wikispaces.com/

Aula nº 1 - 17 de Novembro de 2009

Sumário:

1. Apresentação dos Objectivos, Programa e formas de avaliação.

2. Trabalho em grupo sobre a inovação que funciona como um diagnóstico do nível de conhecimentos dos alunos.

3. O conceito de inovação. Visão de um filme. O conceito tradicional de inovação: a visão de Schumpeter. As visões mais recentes: a noção de difusão.

Questões:

1. O que é a inovação? Diferenças entre a inovação técnica e social.

2. Exemplos de inovação.

Apresentação e discussão das conclusões por todos.

Os alunos deverão enviar, até à próxima aula de 24 de Novembro as suas conclusões por mail para:

jpneves2007@gmail.com


Ponderação da av.:

30% TP
70% teste

Não haverá aulas nos dias 5 e 12 Janeiro de 2009.

terça-feira, março 10, 2009

Avaliação final da disciplina

UNIVERSIDADE DO MINHO
Ano lectivo 2008/2009
Época de Janeiro/Fevereiro
Página 048

Pauta Normal

Curso: Licenciatura em Sociologia
Disciplina: Tecnologia, Ciência e Inovação

39660 Andrea Olímpia Cunha Velho da Silva ORD F (faltou)

51040 António Fernando Silva Neto T-E 16 (dezasseis)

49742 Diana Catarina de Oliveira Miranda ORD - 17 (dezassete)

49744 José Eduardo da Silva Alves Dias ORD - R (reprovou)

49745 José Fernandes Alves T-E - F (faltou)

47791 Keisy Mendes Pacheco ORD - R (reprovou)

44671 Marco André de Jesus Campos ORD - F (faltou)

43931 Maria Gabriela Félix Costa Albuquerque Oliveira ORD - R (reprovou)

49781 Mauro Manuel da Silva Mendes Vaz ORD - 14 (catorze)

49789 Pedro António Carvalho Mesquita ORD - F (faltou)

49799 Raquel Guimarães Machado Rodrigues Valente ORD - 15 (quinze)

39456 Raquel Sofia Ferreira Pinto T-E - F (faltou)

44253 Sandra Maria Dias da Costa ORD - 13 (treze)

49776 Vânia Filipa Rodrigues Ribeiro ORD - 13 (treze)


Universidade do Minho, 10-03-2009

Exame de recurso

UNIVERSIDADE DO MINHO
Ano lectivo 2008/2009

Exame de recurso

Curso: Licenciatura em Sociologia
Disciplina: Tecnologia, Ciência e Inovação


51040 António Fernando Silva Neto T-E 16 (dezasseis)

49744 José Eduardo da Silva Alves Dias ORD - R (reprovou)

47791 Keisy Mendes Pacheco ORD - R (reprovou)

43931 Maria Gabriela Félix Costa Albuquerque Oliveira ORD - R (reprovou)