terça-feira, julho 05, 2005

Resultados da Avaliação da Época Normal









Curso: Engenharia Electrónica Industrial e Computadores


Disciplina: Sociologia das Organizações













































Número


Aluno


Reg


Classificação


35229


Antero Daniel Leite Salgado


ORD



36780


António de Freitas Cardoso


T-E



34406


Carlos Alberto Salgado Oliveira


ORD



36306


Fernando Manuel Sousa Oliveira


ORD



24656


Hilário António da Silva Costa


ORD



29284


Paulo Jorge Queirós Silva Araújo


ORD



33030


Tiago André Vieira Gonçalves


ORD





















UNIVERSIDADE DO MINHO


Ano lectivo 2004/2005


Época de Junho/Julho


Página 423



Pauta Normal











Curso: Engenharia Civil


Disciplina: Sociologia das Organizações










































































































Número


Aluno


Reg


Classificação


35153


Ana Margarida da Silva Carvalho


ORD



35155


Ana Sofia Saraiva de Araújo


ORD



35156


Andreia Susana Novais Viana Mesquita


ORD



35158


António Joaquim Coelho Marinho


ORD



37171


Carla Carina Azevedo Neto


ORD



35167


Carlos Alberto Teixeira Coelho Moreira


ORD



37180


Humberto Esteves Botelho


ORD



35178


Isabel Cristina da Silva Nogueira


ORD



35179


Joana Filipa Gomes Rodrigues Alves da Silva


ORD



35187


José António Faria Araújo


ORD



35194


Lídia Cristina dos Reis Freitas


ORD



27315


Luis Filipe Vinhas Martins


ORD



35198


Luisa Eduarda de Oliveira Carvalho Pereira Carneiro


ORD



29995


Maria Clara Vasconcelos Mota de Meireles


T-E



35202


Maria José Moutinho Ferreira


ORD



33713


Nuno Miguel Pereira Alves


ORD



36478


Paulo César Brandão Vilaça


T-E



35223


Sílvia Joelle Ramos Freitas


ORD



37192


Sónia Miranda Martins


ORD





















UNIVERSIDADE DO MINHO


Ano lectivo 2004/2005


Época de Junho/Julho


Página 215



Pauta Normal











Curso: Engenharia Mecânica


Disciplina: Sociologia das Organizações






















Número


Aluno


Reg


Classificação


36815


Bruno Alexandre Pacheco de Castro Henriques


ORD



35265


Richard Gouveia Alves


ORD


























UNIVERSIDADE DO MINHO


Ano lectivo 2004/2005


Época de Junho/Julho


Página 148



Pauta Normal














Curso: Engenharia e Gestão Industrial


Disciplina: Sociologia das Organizações









































Número


Aluno


Reg


Classificação


27563


Eduardo Jorge Oliveira Pinto


T-E



29454


Nuno Filipe Leite Fernandes Soares


ORD



26807


Rui Henrique Ferreira Pires


T-E



22631


Sónia Mafalda da Cunha Castro Lemos


ORD



19501


Tiago José de Lira Fernandes Faria dos Santos


ORD






































UNIVERSIDADE DO MINHO


Ano lectivo 2004/2005


Época de Junho/Julho


Página 251



Pauta Normal











Curso: Informática de Gestão


Disciplina: Sociologia das Organizações









































Número


Aluno


Reg


Classificação


30495


André José Carvalho Guimarães


ORD



34913


Cecília Manuela Ribeiro Machado


ORD



34873


Joana Andreia Lima Pimenta de Sousa Martins


ORD



21706


Narciso Miguel da Silva Rodrigues


T-E



34542


Rui Manuel Vaz Lourenço


ORD



32255


Sílvio José Martins de Freitas


MEL









quinta-feira, junho 30, 2005

Data de afixação das avaliações do teste/exame de Maio de 2005

As avaliações serão enviadas por e-mail para o conselho de cursos de engenharia de Azurém. Os resultados serão afixados no respectivo placard (em cada curso) na próxima semana (prevê-se no dia 5 de Julho).
Também serão divulgados neste blog.

terça-feira, junho 28, 2005

Uma questão acerca do Exame de recurso

Rui Vaz Lourenço escreveu:

Caro Professor,

Consultei o seu blog e nas datas de exames que disponibilizou não se encontra a 2ª chamada de Sociologia das Organizações para os cursos de Engenharia (dia 1 de julho). Significa que apenas haverá exame na época especial?
A outra questão que gostaria de colocar é relativamente à consulta de bibliografia durante o exame. Podemos?

Agradeço a sua atenção.

Melhores cumprimentos,

Rui Vaz Lourenço - IG 34542

----------------------------------------------------------------


Jose Fernando Pinheiro Neves escreveu:

Rui

- Sim. O exame/teste realizado em Maio substitui as duas chamadas pois foi esse o acordo a que se chegou. Haverá, portanto, apenas o exame da época de recurso em finais de Julho. E é claro que terá também a época especial em Setembro.


- Sim, o exame é de consulta.


Uma última nota: poderei colocar esta sua questão no blog da disciplina com o seu nome?


Saudações do


José Pinheiro Neves

terça-feira, junho 14, 2005

Atendimento durante os meses de Junho e Julho de 2005

Exames e horário de atendimento
durante os meses de Junho e Julho de 2005 no meu gabinete no campus de Gualtar (R/C do Instituto de Ciências Sociais gab. A0015).

(podem tambném usar o mail jpneves2005@yahoo.com.br com a vossa identificação prévia: nome, número, curso e opção cultural).

José Pinheiro Neves


Exame: Metodologia - 1º ano Relações Internacionais - 6ª feira - 17 de Junho de 2005, 17h-19.30
Atendimento: 6ª feira - 17 de Junho de 2005 - 16h-16.45 e 19.30-20.

Exame: Metodologia - 1º ano Sociologia - 2ª feira - 20 de Junho de 2005, 9.30h-12.
Atendimento: 2ª feira - 20 de Junho de 2005 - 12.30h-13.30.

Exame (2ª chamada): Metodologia - 1º ano Relações Internacionais - 6ª feira - 1 de Julho de 2005, 14h-16.30.
Atendimento: 6ª feira - 1 de Julho de 2005 - 17h-20.

Exame (2ª chamada): Metodologia - 1º ano Sociologia - 2ª feira - 4 de Julho de 2005, 9.30h-12.
Atendimento: 2ª feira - 4 de Julho de 2005 - 12.30h-13.30.

Exame (Recurso): Metodologia - 1º ano Relações Internacionais - 3ª feira - 19 de Julho de 2005, 14h-16.30
Atendimento: 3ª feira - 19 de Julho de 2005 - 16.30h-17.30.

Exame (Recurso): Sociologia das Organizações - Opção cultural II de engenharia (Azurém, Guimarães)- 4ª feira - 20 de Julho de 2005, 14h-16.30.

Exame (Recurso): Metodologia - 1º ano Sociologia - 6ª feira - 22 de Julho de 2005, 14h-16.30.
Atendimento: 6ª feira - 22 de Julho de 2005 - 17.00h-18.00.

sexta-feira, maio 27, 2005

Correcção do Exame do ano lectivo passado

Sociologia das Organizações – Op. Cultural Eng.
Aula de 23 de Maio de 2005 - Correcção do Exame do ano lectivo passado (2003/04)

Enunciado do exame:
Caso prático:
1. Características.
Empresa de transportes. Cerca de 360 Trabalhadores. 114 viaturas. O pessoal divide-se em: função pública e com contrato a prazo.
2. Questão orientadora em relação à aplicação da “qualidade”:
- quais as causas dos procedimentos não-conformes na área de exploração?
3. Levantamento dos actores significativos:
Departamento da qualidade; O DIRECTOR DE EXPLORAÇÃO; MOTORISTAS; VIATURAS [+máquina bilhetes]; CLIENTES.
4. Traduções
As traduções apresentadas pela Direcção de exploração (engenheiro): Para evitar os procedimentos não conformes, está-se a tentar fazer com que “os motoristas tenham um serviço certo” utilizando sempre a mesma viatura. “Existe agora um melhor planeamento porque, por exemplo, deixou de existir qualquer reclamação por parte dos transportes escolares” [trata-se de uma área complementar da divisão de exploração].
As traduções do Gabinete de qualidade. Um exemplo: as reclamações incidem acima de tudo nos horários (execução do serviço dentro do tempo previsto). O controle faz-se através do sistema de bilhética (o registo electrónico da data nos bilhestes). O motorista pode alterar as informações antecipando a abertura e o encerramento do sistema. Embora haja uma chapa de serviço, a troca de serviços entre motoristas torna difícil a identificação para efeitos de reclamação. De acordo com uma das responsáveis do Gabinete de Qualidade, “existe um mau planeamento por parte da direcção de exploração”.
Motoristas: na perspectiva dos motoristas, o sistema de controlo, através da bilhética e das reclamações dos clientes, é encarado negativamente. Ver as suas acções de resistência que não parecem ser racionais: antecipam a saída das viaturas; alteram os dados da bilhética. Para eles, o cliente não parece ser um actor fundamental.
Clientes. São traduzidos através das reclamações. O gabinete de qualidade envia os dados das reclamações ao Director de Exploração. Este toma conhecimento. Identifica, quando possível, o motorista. Em seguida, este é ouvido pelo Director Exploração ou pela Gab. de Qualidade (o mais frequente). Consequências: não há uma sanção com efeitos práticos. Fica no processo mas não têm consequências na avaliação de progressão na carreira. Conteúdo das principais reclamações (recolhidas via telefone grátis, via verde, mail, carta): não cumprimento dos horários / execução do serviço; Atendimento, condução dos motoristas.

A partir do caso resumido nos parágrafos anteriores, faça uma avaliação do funcionamento do sistema de qualidade nesta empresa a partir de uma visão construtivista sócio-técnica (Teoria do Actor-Rede).

1.Torna-se possível identificar os principais actores-rede em relação ao processo de qualidade a partir das características principais das suas traduções. Uma rede apenas consegue subsistir através da partilha de uma tradução. Será que neste caso estamos perante uma ou várias redes? Quais as suas principais características em relação à qualidade do produto-serviço?

2. Neste caso, poderemos adoptar um olhar hilemórfico ou não-hilemórfico. Explique qual a diferença entre as duas abordagens a partir do exemplo da empresa de transportes.

Tópicos para uma respostam correcta a este teste

1ª questão

1.1) Uma rede ou diferentes redes?
1.2) Rede - >Tradução/qualidade do produto
Em relação à primeira pergunta, considero que existem várias redes. Neste caso, a rede só faz sentido quando há uma tradução partilhada, em relação à qualidade. Podemos definir uma primeira rede, em que o motorista se articula com actantes não humanos (o autocarro – não foi muito estudado, e a bilhética) e os humanos (clientes, outros motoristas e, fundamentalmente, o director de exploração. E quais são as características desta rede? A tradução da qualidade, desta rede, centra-se no motorista, não tendo em conta a qualidade do serviço prestado ao cliente. 2ª rede: Gabinete de qualidade - > bilhética, que defende uma “qualidade” de serviço, centrada fundamentalmente no cliente.

2ª questão

Hilemórfico - > uma visão que separa os seres humanos dos seres técnicos, porque considera os segundos como meros instrumentos. Uma visão hilemórfica, neste caso concreto, iria estudar a questão da qualidade, separando o motorista, do autocarro. Isto levaria a um estudo compartimentado, em que as questões da bilhética e das avarias do autocarro, são separadas. No entanto, devem ser pensadas de uma forma articulada. Segundo o Antero, no caso da empresa de transportes, as características da relação entre o sistema motorista e autocarro (uma grande interdependência) tornam a análise não-hilemórfica mais pertinente.

segunda-feira, maio 23, 2005

Exame do ano lectivo anterior

Exame do ano lectivo passado (2003/04)
Universidade do Minho – Op. Cultural – Sociologia das Organizações – 7.06.2004

Caso prático:

1. Características. Empresa de transportes. Cerca de 360 Trabalhadores. 114 viaturas. O pessoal divide-se em: função pública e com contrato a prazo.

2. Questão orientadora em relação à aplicação da “qualidade”: - quais as causas dos procedimentos não-conformes na área de exploração?

3. Levantamento dos actores significativos: Departamento da qualidade; O DIRECTOR DE EXPLORAÇÃO; MOTORISTAS; VIATURAS [+máquina bilhetes]; CLIENTES.

4. Traduções
As traduções apresentadas pela Direcção de exploração (engenheiro): Para evitar os procedimentos não conformes, está-se a tentar fazer com que “os motoristas tenham um serviço certo” utilizando sempre a mesma viatura. “Existe agora um melhor planeamento porque, por exemplo, deixou de existir qualquer reclamação por parte dos transportes escolares” [trata-se de uma área complementar da divisão de exploração].
As traduções do Gabinete de qualidade. Um exemplo: as reclamações incidem acima de tudo nos horários (execução do serviço dentro do tempo previsto). O controle faz-se através do sistema de bilhética (o registo electrónico da data nos bilhestes). O motorista pode alterar as informações antecipando a abertura e o encerramento do sistema. Embora haja uma chapa de serviço, a troca de serviços entre motoristas torna difícil a identificação para efeitos de reclamação. De acordo com uma das responsáveis do Gabinete de Qualidade, “existe um mau planeamento por parte da direcção de exploração”
Motoristas: na perspectiva dos motoristas, o sistema de controlo, através da bilhética e das reclamações dos clientes, é encarado negativamente. Ver as suas acções de resistência que não parecem ser racionais: antecipam a saída das viaturas; alteram os dados da bilhética. Para eles, o cliente não parece ser um actor fundamental.
Clientes. São traduzidos através das reclamações. O gabinete de qualidade envia os dados das reclamações ao Director de Exploração. Este toma conhecimento. Identifica, quando possível, o motorista. Em seguida, este é ouvido pelo Director Exploração ou pela Gab. de Qualidade (o mais frequente). Consequências: não há uma sanção com efeitos práticos. Fica no processo mas não têm consequências na avaliação de progressão na carreira. Conteúdo das principais reclamações (recolhidas via telefone grátis, via verde, mail, carta): não cumprimento dos horários / execução do serviço; Atendimento, condução dos motoristas.

A partir do caso resumido nos parágrafos anteriores, faça uma avaliação do funcionamento do sistema de qualidade nesta empresa a partir de uma visão construtivista sócio-técnica (Teoria do Actor-Rede).

1.Torna-se possível identificar os principais actores-rede em relação ao processo de qualidade a partir das características principais das suas traduções. Uma rede apenas consegue subsistir através da partilha de uma tradução.
Será que neste caso estamos perante uma ou várias redes?
Quais as suas principais características em relação à qualidade do produto-serviço?

2. Neste caso, poderemos adoptar um olhar hilemórfico ou não-hilemórfico.
Explique qual a diferença entre as duas abordagens a partir do exemplo da empresa de transportes.

Boa sorte! O docente: José Pinheiro Neves

sábado, maio 07, 2005

Derrick de Kerckhove - Ligações na WEB

Derrick de Kerckhove


19 de Maio de 2005

Four questions for cyber-democracy:
electricity, access, symmetry, and responsibility


People talk about cyberdemocracy as a renewal of the principles of democracy.
Power to the people. They usually refer optimistically to the possibility of the
citizen to engage in the political process; this possibility is there, at least for
some. But to really understand democracy we need to know where it came
from: it was a political consequence of the invention of the alphabet first, and
later expanded by the printing press. Both technologies put language under the
control of private citizens. The Ancient Greeks, along with Plato, invented The
Republic, the public domain, to guarantee private property, equal rights and civil
liberties. All of this was codified in as fair a legal system as was possible, but it
still took centuries to separate Church and State.
Today language and power are being reprocessed by electricity, at the speed of
light. The old ideals and models of democracy resists the assault and provide
us still with metaphors for social conduct. But cyberdemocracy is not yet
mature. Where is it going? I want to explore the effects of electricity and
digitization on governance. I want to question whether we need governments at
all, if it is not a luxury for those countries who sink their whole revenues in the
pockets of the few. I also want to talk about symmetry of power and
transparency between those who rule and those who are ruled. There is a great
political divide between those who can e-mail, surf, blog and express their
opinions, and those who don't even know what the words mean. I want to
examine whether democracy as it is interpreted by the present administration of
the United States of America is still meaningful and whether it can forcefully be
exported in cultures that have never practiced it. And, finally, I want to identify
what are the new responsibilities of the cybercitizen? Blog on.

Derrick de Kerckhove is Director of the McLuhan Program in Culture & Technology at
the University of Toronto since 1983. He co-edited with Charles Lumsden The Alphabet
and the Brain (Springer Verlag, 1988), a book to assess the impact of the Western
alphabet on cognition. Several other publications, The Skin of Culture (1995),
Connected Intelligence (1997), The architecture of intelligence (2001), McLuhan For
Managers (2003) pursue this theme addressing networked media and the developing
wireless condition. Many have been translated into Italian, German, Dutch, Spanish,
Portuguese, Chinese, Korean and Japanese. Derrick de Kerckhove has offered
connected intelligence workshops worldwide to business, government and academe to
help strategy development using digital technologies. In the same line, he has
contributed to the architecture of Hypersession, a collaborative software. For 2004, he
has been awarded the Papamarkou Chair in Technology and Education at the Library
of Congress in Washington.


Derrick de Kerckhove


Derrick de
Kerckhove


Biografia
http://www.mcluhan.utoronto.ca/derrickdekerckhove.htm

http://www.mediamente.rai.it/home/bibliote/biografi/d/dekerckh.htm

http://www.edge.org/3rd_culture/bios/dekerckhove.html

http://www.utoronto.ca/semiotics/html/de_kerckhove.html

http://www.infoamerica.org/teoria/kerckhove1.htm

http://www.google.pt/search?q=Derrick+de+Kerckhove&hl=pt-PT&lr=&start=10&sa=N

http://home.interlog.com/~blake/derrick.htm

http://www.nova-e.inf.br/bitniks/derrickentrevista.htm

http://www.nova-e.inf.br/bitniks/derrickartigo.htm

http://www.nextd.org/02/02/03/

http://portal.unesco.org/culture/en/ev.php-URL_ID=22100&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html

http://www.bitniks.es/WHO/DEF/DERR/1.shtml


Bibliografia
http://www.astralsite.com/Drama/read2.html

http://www.bookfinder.us/review6/3764364513.html

http://www.v2.nl/DEAF/96/nodes/KerckhoveDde/text.html

http://www.searchengineforbooks.com/61432_derrick-de-kerckhove.html

http://www.amazon.com/exec/obidos/search-handle-url/index=books&fieldauthor=Derrick%20De%20Kerckhove/104-2863960-8145518
http://www.media-studies.ca/articles/derrick.htm


Textos
http://www.t0.or.at/kerckhov/kerckhov.htm

http://www.mcluhan.utoronto.ca/article_torontoschoolofcomm.htm

http://www.mcluhan.utoronto.ca/article_internettelevision.htm

http://www.va.com.au/parallel/x2/journal/derrick_dk/ddk.html

http://www.siptech.it/psychotec.html

http://fcis.oise.utoronto.ca/~aviseu/eng_comments-ci_content.html

http://www.recensio.ubi.pt/modelos/listas/l_autor.php3?codautor=290

http://www.thefeature.com/article?articleid=14986


Conferências
http://www.nsb.com/speakerbio.asp?i_speakerid=49

http://congres.plq.org/derrick_en.html

http://www.comvirtu.uqam.ca/c_kerckhove.html

“Four questions for cyber-democracy: electricity, access, symmetry, and responsibility” por Derrick de Kerckhove

4ª Conferência 19 de Maio 2005



A APDSI – Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação tem o prazer de o convidar para a 4ª Conferência “Four questions for cyber-democracy: electricity, access, symmetry, and responsibility” por Derrick de Kerckhove, do Ciclo de Conferências “Pensar a Sociedade da Informação”, no dia 19 de Maio de 2005, iniciando-se a sessão do orador às 17:30 horas, na Reitoria da Universidade Nova de Lisboa, Campus de Campolide (estacionamento disponível).

A inscrição na Conferência é gratuita mas obrigatória, limitada à lotação do auditório.

Não adie a sua decisão: inscreva-se hoje mesmo através de secretariado@apdsi.pt ou pelo telefone 212 949 606 e participe nesta Conferência!

Mais informações disponíveis em http://www.apdsi.pt/.



segunda-feira, abril 18, 2005

Questões colocadas na aula de Sociologia das Organizações - opção cultural em 11 de Abril de 2005

Questões colocadas na aula de Sociologia das Organizações - opção cultural em 11 de Abril de 2005:


1 - Qual a transformação técnica que acontece na passagem do "animal" para o "humano" ?

Ver a paleo-antropologia da técnica: Leroi-Gourhan.

2 - Quais as principais diferenças entre o trabalho do artesão e o do operário,
numa fábrica, em relação ao objecto técnico?

Ver a sociologia da técnica de Simondon: o grau de concretização

3 - O que muda com o trabalho mediado por um computador?

Ver a sociologia da técnica de Stiegler.

Texto recolhido por:

Carlos Oliveira

domingo, abril 10, 2005

Aula de 4 de Abril de 2005 -Uma questão a partir da leitura do texto de John Law

Aula de 4 de Abril de 2005 -Uma questão a partir da leitura do texto de John Law


Porque é que não existe transferência num processo designado de transferência de tecnologia?

Um esboço de resposta:

Porque as máquinas não existem sem nós, ou seja uma máquina está sempre associada a um utilizador. No caso descrito por Law (a transferência de tecnologia para a Nicarágua), a transferência transformou-se numa construção de algo quase inteiramente novo.

quarta-feira, abril 06, 2005

A prótese como conceito para estudar a técnica

PROSTHESIS

In cultural theory terms, this is
Marshall McLuhan's conception of broadcast media (and, by extension, the Internet) as extensions of our brains. Just as literal prostheses (i.e., the usual dictionary definition) are mechanical extensions of our bodies (mechanical arms, legs, etc.), so the communication network is a figurative prosthesis that acts as an extension of the nervous system. Now that the electronic communication has spread around the world, so has our neural network. "Television has become our eyes, the telephone our mouths and ears; our brains are the interchange for a nervous system that stretches across the whole world" (Woolley, 125).

A lot of people get confused with prosthesis as it's used in this context, getting it confused with terms like "tool". So how is "prosthesis" different from a "tool", and how does the former term help us to understand the new elctronic environment? Well, I would argue that the word "tool" has become too closely identified with a physical object (a hammer, computer, etc.) while "prosthesis" can be adapted (in its figurative sense) to describe the function of communicating -- something which the brain helps us to do, and which can be extended by communications media. Thinking of it is a function instead of an object is useful because, in our (well, at least my) primarily Western orientation to the world we tend to think too objectively (as in terms of tools, which are not actually part of us) instead of subjectively (as in terms of prostheses, which are).

11/97

See also:

Internet
Marshall McLuhan
Television

in:
http://www.geneseo.edu/~bicket/panop/subject_P.htm#PROSTHESIS